Polícia Civil do RJ faz megaoperação no Complexo da Maré com 56 mandados e 25 presos
A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma megaoperação no Complexo da Maré, na Zona Norte, para cumprir 56 mandados de prisão e 42 de busca e apreensão contra integrantes do Terceiro Comando Puro.
Segundo informações divulgadas até a última atualização, a ação ocorreu com apoio do Bope e do Batalhão de Choque da Polícia Militar. Os agentes entraram nas comunidades na manhã de 10 de junho de 2026.
O caso voltou ao centro do noticiário por reunir números expressivos, impacto direto na circulação da região e um foco claro no combate a uma facção com atuação em vários crimes.
O que a polícia informou sobre a operação na Maré
De acordo com a corporação, a ofensiva foi planejada para desarticular estruturas criminosas ligadas ao TCP dentro do Complexo da Maré.
Conforme relato publicado pela imprensa, a operação cumpria 56 mandados de prisão e 42 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pelo Poder Judiciário.
Até o balanço inicial divulgado, 25 suspeitos tinham sido presos. A polícia também apreendeu armas, carregadores, rádio comunicador e outros materiais usados nas atividades criminosas.
Segundo a investigação, a ação foi resultado de meses de trabalho da 21ª DP, em Bonsucesso, com apoio de setores de inteligência, análise documental e coleta de depoimentos.
- 56 mandados de prisão
- 42 mandados de busca e apreensão
- 25 presos no balanço inicial
- apoio do Bope e do Batalhão de Choque

Por que a Maré entrou no radar dessa ofensiva
As apurações apontaram que os alvos investigados não atuariam apenas no tráfico de drogas. Segundo a Polícia Civil, havia indícios de ligação com outros crimes graves.
Entre os delitos citados pela corporação estão roubos de carga, homicídios, violência doméstica e crimes contra crianças e adolescentes. Isso amplia o peso da investigação e o alcance social da operação.
Em meio à ofensiva, equipes também localizaram uma estufa clandestina de entorpecentes. Segundo a cobertura do caso, a descoberta de estruturas de apoio ao tráfico reforça como facções investem em logística própria para manter produção, armazenamento e distribuição.
Para quem mora ou trabalha na Zona Norte, esse tipo de operação mexe não só com a segurança, mas também com o transporte, a rotina escolar e o acesso ao serviço público.
Na prática, operações de grande porte costumam provocar bloqueios momentâneos, tensão em vias próximas e mudanças no deslocamento de quem sai cedo para a correria do dia.
Confronto, barricadas e reflexos para moradores
Durante a entrada das equipes, os policiais foram recebidos a tiros, segundo a versão oficial. Criminosos ainda teriam incendiado barricadas para dificultar o avanço das forças de segurança.
Esse cenário mostra um padrão já conhecido em operações em áreas dominadas por facções: tentativa de retardar a ação policial e aumentar o controle territorial por meio de obstáculos.
De acordo com o noticiário nacional, a violência armada no Rio segue produzindo reflexos para trabalhadores, motoristas e moradores da região metropolitana, o que ajuda a entender a preocupação em ações desse porte.
No caso da Maré, a circulação nas áreas próximas tende a ficar mais sensível durante e logo após a operação. Isso afeta quem depende de ônibus, aplicativos, motocicleta e transporte por vans.
Até a última atualização disponível, a Polícia Civil não havia divulgado um balanço final completo sobre todos os materiais recolhidos ou sobre eventuais novos desdobramentos judiciais.
- entrada das equipes sob tiros
- barricadas incendiadas
- risco de impacto no deslocamento
- atenção redobrada para moradores e trabalhadores
O que diferencia essa ação de outras já noticiadas
Esta ocorrência se destaca por combinar grande volume de mandados, investigação estruturada em várias frentes e foco em uma organização criminosa com atuação diversificada.
Diferentemente de casos isolados de flagrante, a ofensiva foi apresentada como parte de uma estratégia para enfraquecer o poder operacional da facção e reunir novas provas.
Segundo reportagens recentes sobre segurança pública, operações baseadas em inteligência e cruzamento de dados têm ganhado espaço no combate ao crime organizado no Rio de Janeiro.
Isso importa porque a polícia tenta atingir não apenas executores armados, mas também funções estratégicas, como apoio logístico, comunicação e circulação de armamento.
Quando esse tipo de estrutura é atacado, o efeito esperado pelas autoridades é reduzir a capacidade de reação imediata e atrapalhar a rotina criminosa nas comunidades.
- identificação de núcleos da facção
- cumprimento simultâneo dos mandados
- apreensão de materiais e coleta de provas
- encaminhamento dos presos e continuidade do inquérito
O que moradores do Rio precisam observar agora
Para o morador da Zona Oeste, da Baixada ou de outras regiões, o caso reforça como ações na Zona Norte podem ter reflexos amplos na segurança e na mobilidade da cidade.
Quando há operação de grande porte, a orientação prática é acompanhar atualizações de trânsito, mudanças em linhas e avisos oficiais antes de sair para trabalhar ou estudar.
Também é importante separar fato confirmado de informação ainda em apuração. Até o momento, o que está confirmado é o número de mandados, o apoio das tropas e o balanço inicial de presos.
Segundo a própria linha adotada pela Polícia Civil, a investigação continua. Novas prisões, perícias e análises de material apreendido ainda podem alterar o quadro nos próximos dias.
Para quem quer acompanhar serviços, trânsito e outros impactos na rotina da cidade, vale ficar ligado em outras notícias e serviços no Mendanha Notícias.
Dúvidas Sobre a megaoperação da Polícia Civil na Maré
A ação no Complexo da Maré chamou atenção pelo número de mandados e pelo impacto potencial na rotina do Rio. Essas respostas ajudam a entender o que já foi confirmado e o que ainda depende de atualização.
Quantos mandados foram cumpridos na operação da Maré?
A operação foi deflagrada para cumprir 56 mandados de prisão e 42 mandados de busca e apreensão. Esses números foram informados pela Polícia Civil no início da ofensiva.
Quantas pessoas foram presas até o primeiro balanço?
Até a última atualização citada nas reportagens, 25 suspeitos tinham sido presos. Esse total ainda poderia mudar com o avanço das diligências e da apresentação formal dos detidos.
Por que essa operação importa para quem mora longe da Maré?
Porque ações desse porte podem afetar trânsito, transporte e percepção de segurança em várias partes do Rio. Além disso, a investigação mira uma facção ligada a crimes que ultrapassam os limites de uma única comunidade.
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Sobre o Autor: Alexandre Laurentino de Almeida é o fundador e editor-chefe do Mendanha Notícias. Com uma sólida atuação como empresário no segmento de mídias digitais desde fevereiro de 2023, Alexandre construiu a sua carreira com um foco estratégico no jornalismo hiperlocal.
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