Operação na Maré: 25 presos e 5 fuzis apreendidos

Policial investiga local do ataque a tiros no Rio de Janeiro
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Publicado por Alexandre Laurentino em 12 de junho de 2026 às 14:00. Atualizado em 12 de junho de 2026 às 15:01.

A operação na Maré virou o principal fato policial do Rio nesta semana, com impacto direto na rotina de moradores e motoristas da cidade.

Na quarta-feira, 10 de junho de 2026, a ação terminou com 25 presos, segundo balanço divulgado após a ofensiva das polícias Civil e Militar.

No centro da operação na Maré está o TCP, sigla do Terceiro Comando Puro, facção investigada por tráfico, roubo e controle ilegal de serviços.

Como a operação na Maré foi montada

A ofensiva recebeu o nome de Trinus e teve como alvo a estrutura criminosa instalada no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio.

De acordo com a ação que terminou com 25 presos, agentes também recolheram armas, drogas e dinheiro em espécie.

A investigação foi conduzida pela 21ª DP, em Bonsucesso, com apoio de inteligência, análise de documentos e coleta de depoimentos.

Segundo os investigadores, a operação na Maré não mirou apenas pontos de venda de drogas, mas funções estratégicas dentro da organização.

  • Chefias operacionais da facção
  • Suspeitos ligados a roubos de carga
  • Integrantes da rede de receptação
  • Pessoas associadas à lavagem de dinheiro
operação na Maré Momento da prisão em massa na Maré, Rio de Janeiro
Mendanha Notícias© – Imagem Gerada por Inteligência Artificial

O que foi apreendido na ação policial

O balanço da operação na Maré mostra uma dimensão que vai além do confronto armado, algo que pesa na segurança e no bolso da população.

As equipes apreenderam cinco fuzis, duas pistolas, drogas e recuperaram 49 veículos, sendo 27 carros e 22 motos.

Os policiais ainda localizaram três estufas de maconha, com cerca de 300 mudas, o que reforça a suspeita de produção local da droga.

Outro ponto chamou atenção: a descoberta de uma fazenda de criptomoedas usada, segundo a investigação, para movimentações financeiras do grupo.

  • 5 fuzis apreendidos
  • 2 pistolas recolhidas
  • 49 veículos recuperados
  • 3 estufas de maconha encontradas
  • Cerca de 300 mudas localizadas

Para quem vive na correria do Rio, esse tipo de apreensão ajuda a explicar por que operações assim mexem com vias, transporte e comércio.

Esquema investigado ia além do tráfico de drogas

A operação na Maré ganhou relevância porque a polícia descreve uma estrutura criminosa mais ampla do que a venda de entorpecentes.

Segundo a investigação sobre seis frentes de atuação criminosa, havia ligação com roubo de cargas, celulares e lavagem de capitais.

As apurações apontam ataques sistemáticos a caminhões e cargas na Avenida Brasil, Linha Vermelha e Linha Amarela, vias essenciais para a cidade.

Isso afeta o trabalhador de forma prática: mercadoria roubada encarece entregas, atrasa deslocamentos e pressiona serviços que já funcionam no limite.

A Polícia Civil também apontou controle ilegal de venda de gás, água e internet dentro das comunidades dominadas pela facção.

Em outra frente, os investigadores mapearam roubos de celulares com metas de arrecadação e tabelas internas para aparelhos bloqueados ou desbloqueados.

  1. Roubo do aparelho na rua
  2. Coação da vítima para desbloqueio
  3. Receptação por integrantes da rede
  4. Revenda e circulação do dinheiro

Por que a operação na Maré tem peso no debate de segurança

A operação na Maré virou símbolo de um problema antigo do Rio: facções que misturam tráfico, armas, serviços clandestinos e crimes patrimoniais.

Quando a polícia fala em estrutura organizada, o recado é claro. Não se trata de grupo improvisado, mas de rede com funções divididas.

Essa lógica dificulta o combate, porque cada núcleo pode manter o esquema funcionando mesmo quando parte dos integrantes é presa.

Ao mesmo tempo, operações desse porte costumam gerar medo entre moradores, relatos de tiros e impactos imediatos na circulação da região.

Por isso, a leitura mais importante talvez seja esta: segurança pública no Rio mexe com emprego, escola, entrega, ônibus e acesso a serviços.

O que acontece agora após a ofensiva

Depois das prisões e apreensões, o próximo passo é aprofundar a análise do material recolhido e tentar identificar outros envolvidos.

A operação na Maré também pode abrir novos desdobramentos, já que os agentes falam em provas sobre diferentes braços do mesmo esquema.

Entre os pontos sensíveis estão o fluxo de dinheiro, a cadeia de receptação e as conexões entre liderança territorial e crimes nas vias expressas.

Em março, a PF já havia prendido sete policiais militares investigados por suposto apoio a grupos criminosos no estado.

Esse contexto mostra que o combate ao crime no Rio hoje passa tanto pela rua quanto pela apuração de redes de proteção e financiamento.

Quem quiser continuar ligado nos principais fatos do estado pode acompanhar a cobertura diária na página inicial do Mendanha Notícias.

Dúvidas Sobre a operação na Maré e o avanço do TCP no Rio

A operação na Maré colocou novamente a segurança pública do Rio no centro do debate em junho de 2026. As dúvidas abaixo ajudam a entender o que mudou agora e por que esse caso repercute tanto.

Quantas pessoas foram presas na operação na Maré?

Foram 25 presos, segundo o balanço final divulgado após a ação de 10 de junho de 2026. A ofensiva teve participação das polícias Civil e Militar.

O que a polícia apreendeu no Complexo da Maré?

A polícia informou a apreensão de cinco fuzis, duas pistolas, drogas, dinheiro em espécie e a recuperação de 49 veículos. Também foram encontradas três estufas com cerca de 300 mudas de maconha.

Por que essa operação é diferente de outras no Rio?

Porque a investigação aponta uma estrutura que vai além do tráfico, incluindo roubo de cargas, celulares, lavagem de dinheiro e controle de serviços. Isso amplia o impacto do caso na vida prática da cidade.

Aviso Editorial

Este conteúdo foi estruturado com o auxílio de Inteligência Artificial e submetido a rigorosa curadoria, checagem de fatos e revisão final pelo editor-chefe Alexandre Laurentino. O Mendanha Notícias reafirma seu compromisso com a ética jornalística, garantindo que o julgamento editorial e a validação das informações são de inteira responsabilidade humana, do editor.

Sobre o Autor: Alexandre Laurentino de Almeida é o fundador e editor-chefe do Mendanha Notícias. Com uma sólida atuação como empresário no segmento de mídias digitais desde fevereiro de 2023, Alexandre construiu a sua carreira com um foco estratégico no jornalismo hiperlocal.

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