TSE registra pesquisa RealTime Big Data no Rio com Flávio Bolsonaro em 46% e Lula em 42% no 2º turno
A nova rodada da pesquisa RealTime Big Data no Rio de Janeiro recolocou a disputa presidencial no centro da política fluminense a menos de três meses do primeiro turno.
Segundo o levantamento, Flávio Bolsonaro aparece com 46% e o presidente Lula soma 42% em um cenário de segundo turno no estado. O resultado configura empate técnico.
Para o morador do Rio, da Baixada e da Zona Oeste, o dado importa porque o estado voltou a ser tratado como praça estratégica de campanha nacional.
O que mostra a pesquisa registrada no TSE
O levantamento foi divulgado pelo UOL em 28 de julho e informa que a pesquisa ouviu 2.000 eleitores do Rio de Janeiro por telefone entre 23 e 27 de julho.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, conforme os dados publicados na reportagem.
O material também informa que o estudo foi financiado com recursos próprios e registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06074/2026.
No primeiro turno estimulado, o mesmo levantamento aponta Flávio com 39% e Lula com 37%, mantendo o estado em quadro de forte polarização.
- 2.000 eleitores ouvidos
- Coleta entre 23 e 27 de julho
- Margem de erro de 2 pontos
- Nível de confiança de 95%
| Cenário | Candidato | Percentual | Observação |
|---|---|---|---|
| 2º turno | Flávio Bolsonaro | 46% | Empate técnico |
| 2º turno | Lula | 42% | Empate técnico |
| 1º turno | Flávio Bolsonaro | 39% | Liderança numérica |
| 1º turno | Lula | 37% | Diferença apertada |
| 2º turno | Nulos e brancos | 7% | Segundo o levantamento |
| 2º turno | Não sabem | 5% | Indecisão residual |

Por que o Rio ganhou peso na estratégia nacional
O Rio de Janeiro tem peso simbólico e eleitoral para a campanha de 2026. O estado concentra eleitorado grande, forte exposição política e disputa ideológica intensa.
Na prática, uma diferença curta amplia a tendência de agendas, alianças regionais e campanhas segmentadas em áreas metropolitanas e cidades de grande porte.
Isso inclui a capital, a Baixada Fluminense, São Gonçalo e municípios populosos da Região Metropolitana, onde mobilização de rua e comunicação digital costumam pesar.
Também ajuda a explicar por que o debate político no estado deixou de girar apenas em torno da eleição para o governo fluminense.
Leitura política do momento
Como o resultado está dentro da margem, campanhas tendem a tratar o Rio como território em aberto, sem favorito consolidado no segundo turno.
Esse cenário aumenta a pressão sobre partidos locais, prefeitos, vereadores e deputados, que passam a ser cobrados por posicionamento e capacidade de transferência de apoio.
- Mais visitas de candidatos ao estado
- Busca por palanques competitivos
- Disputa por apoios na Baixada
- Maior peso da agenda de segurança
Como o ambiente político fluminense influencia a disputa
O estado já vive ambiente eleitoral intenso desde julho, com convenções, alianças e reposicionamentos partidários para a corrida de 2026.
Na cobertura da Folha sobre o pleito fluminense, a disputa local aparece marcada por rearranjos partidários e por atenção redobrada aos movimentos do bolsonarismo e do campo governista na eleição do Rio de Janeiro em 2026.
Esse pano de fundo ajuda a explicar por que uma pesquisa presidencial no estado produz efeitos também sobre candidaturas regionais.
Quando o cenário nacional aperta, candidatos locais tentam colar a imagem em lideranças nacionais ou, em alguns casos, se afastar delas.
Esse movimento pode mexer com a rotina de campanha, o discurso de segurança pública, transporte, emprego e investimentos federais no estado.
O que o eleitor do Rio deve observar nas próximas semanas
Pesquisas são retratos do momento. Elas não definem o resultado final, mas mostram tendências e ajudam a medir o peso de alianças e rejeições.
No caso do Rio, a atenção deve ficar em três pontos: novas rodadas de pesquisa, presença dos candidatos no estado e eventuais mudanças nos palanques regionais.
Outro fator importante é o calendário eleitoral. Órgãos públicos federais já adotaram medidas de adequação ao período de defeso, com restrições à publicidade institucional entre 4 de julho e 25 de outubro de 2026.
Isso reduz margem para promoção institucional e deixa a comunicação política ainda mais concentrada em campanha, debates e mobilização partidária.
- Comparar pesquisas de institutos diferentes
- Verificar registro e metodologia no TSE
- Observar mudanças de apoio no estado
- Acompanhar a agenda dos candidatos no Rio
Impacto prático para a campanha no estado
Com um quadro tão apertado, o Rio tende a receber atenção redobrada de coordenações nacionais nas próximas semanas.
Partidos devem intensificar atos públicos, propaganda segmentada e busca por lideranças locais com influência real em bairros e municípios estratégicos.
Na Zona Oeste e na Baixada, onde o eleitor costuma reagir fortemente a temas do cotidiano, assuntos como segurança, transporte, renda e saúde devem ganhar mais espaço.
Até a última atualização, o dado novo e mais concreto é o empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula no segundo turno fluminense, dentro da margem da pesquisa.
Para quem quer acompanhar os próximos desdobramentos sem perder tempo, vale ficar ligado nas novas pesquisas registradas, nos palanques do estado e em como essa disputa nacional pode mexer com a política do Rio. Acompanhe outras notícias e serviços no Mendanha Notícias.
Dúvidas sobre a pesquisa RealTime Big Data no Rio de Janeiro
A nova pesquisa mexeu com a política do Rio porque mostra uma disputa apertada entre os dois principais nomes do cenário nacional. Neste momento, entender metodologia, margem de erro e efeito local ajuda o eleitor a ler melhor o que vem pela frente.
Essa pesquisa quer dizer que Flávio Bolsonaro está na frente de forma segura no Rio?
Não. A diferença numérica é de quatro pontos, mas o resultado está dentro da margem de erro de dois pontos para cada lado, o que caracteriza empate técnico.
Quantas pessoas foram ouvidas e quando a pesquisa foi feita?
Foram ouvidos 2.000 eleitores do Rio de Janeiro por telefone, entre 23 e 27 de julho de 2026. O nível de confiança informado é de 95%.
Por que uma pesquisa presidencial no Rio afeta a política do estado?
Porque o resultado pressiona partidos e lideranças locais a escolher palanques, ajustar discurso e reforçar presença regional. Em um estado competitivo, cada apoio passa a valer mais.
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Sobre o Autor: Alexandre Laurentino de Almeida é o fundador e editor-chefe do Mendanha Notícias. Com uma sólida atuação como empresário no segmento de mídias digitais desde fevereiro de 2023, Alexandre construiu a sua carreira com um foco estratégico no jornalismo hiperlocal.
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