Operação Torniquete no Rio: quadrilha teria movimentado mais de R$ 10 milhões

Policial do Rio de Janeiro com veículo apreendido em Irajá
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Publicado por Alexandre Laurentino em 15 de junho de 2026 às 14:00. Atualizado em 15 de junho de 2026 às 15:06.

A Operação Torniquete no Rio ganhou novo peso nesta semana com uma ofensiva da Polícia Civil contra um esquema de desmanche ligado ao roubo de veículos.

Segundo a investigação, a quadrilha teria movimentado mais de R$ 10 milhões em pouco mais de um ano, com atuação no Rio e em Nova Iguaçu.

Para quem vive a correria da cidade, o caso mexe com um problema bem conhecido: roubo de carro, peças vendidas de forma ilegal e mais dinheiro circulando nas mãos do crime.

Operação Torniquete no Rio mira cadeia do roubo ao ferro-velho

A ação foi deflagrada na quinta-feira, 11 de junho de 2026, e buscou desmontar uma estrutura criminosa especializada em roubo, corte e revenda de peças automotivas.

De acordo com a investigação, o grupo teria movimentado mais de R$ 10 milhões ao longo de mais de um ano.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços do município do Rio de Janeiro e também em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

A ofensiva foi conduzida por agentes da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos, a Desarme, dentro de mais uma fase da Operação Torniquete no Rio.

  • Roubo de veículos com uso de violência
  • Desmanche em áreas dominadas por criminosos
  • Transporte de peças retiradas dos carros
  • Revenda ilegal a receptadores e consumidores finais
Operação Torniquete no Rio: quadrilha teria movimentado mais de R$ 10 milhões
Mendanha Notícias© – Imagem Gerada por Inteligência Artificial

Como funcionava o esquema investigado pela polícia

Segundo os investigadores, a quadrilha era dividida em núcleos. Um grupo roubava os carros. Outro desmontava os veículos. Um terceiro fazia a compra e a revenda das peças.

Esse modelo reduz o tempo de resposta da polícia e dificulta o rastreamento. Na prática, o carro some rápido e vira peça vendida no mercado clandestino.

As apurações apontam que os automóveis eram levados para regiões controladas por criminosos, onde passavam pelo corte e pela separação de componentes.

Depois disso, o material seguia para empresários ligados ao setor de ferro-velho, que fariam a comercialização para o consumidor final, segundo a Polícia Civil.

Por que esse tipo de crime afeta o dia a dia

O impacto vai além da estatística policial. Quem depende do carro para trabalhar, fazer entrega ou levar a família acaba pagando a conta.

O prejuízo aparece no seguro mais caro, na insegurança nas ruas e no risco de comprar peça sem origem regular, muitas vezes sem saber.

Em fevereiro, o governo estadual já havia informado que o combate ao roubo de veículos ganhou novas frentes no estado, com integração entre Polícia Civil e Polícia Militar.

  • Mais roubo nas ruas pressiona motoristas
  • Peças ilegais alimentam comércio clandestino
  • Facções ampliam receita com crimes patrimoniais
  • Consumidor pode entrar em negócio irregular sem perceber

Prisões, apreensões e ligação com facção criminosa

Desde o início da operação, cinco integrantes da organização já haviam sido presos, segundo o balanço divulgado nesta fase da investigação.

Entre eles está um homem apontado como responsável pelo corte de veículos para o TCP, o Terceiro Comando Puro, uma das facções criminosas do estado.

Ele teria sido capturado em flagrante enquanto transportava peças retiradas de dois carros recém-desmanchados para revenda em Nova Iguaçu, conforme a apuração policial.

Os agentes também apreenderam um automóvel e um jet ski avaliados em mais de R$ 200 mil com um dos investigados.

Outro alvo preso é descrito pela polícia como um dos maiores receptadores de peças automotivas roubadas no território fluminense.

O que a polícia busca agora na Operação Torniquete no Rio

Nesta etapa, a prioridade é seguir o dinheiro, mapear a estrutura financeira do grupo e reunir provas sobre todos os elos da cadeia criminosa.

Isso inclui quem rouba, quem desmonta, quem transporta, quem financia e quem coloca a mercadoria ilegal de volta no mercado.

Segundo o governo estadual, a Operação Torniquete foi criada para enfrentar roubos, furtos e receptação de cargas e veículos que abastecem facções criminosas.

Em balanço oficial mais amplo da força-tarefa, o estado já havia relatado que a operação acumulou prisões, recuperação de veículos e apreensões em ações integradas.

  1. Identificar novos integrantes da quadrilha
  2. Ampliar o mapeamento da rede de receptação
  3. Produzir provas sobre lavagem e ocultação de bens
  4. Responsabilizar operadores e compradores do esquema

Para o morador comum, o recado é direto: a investigação tenta cortar uma fonte de renda que ajuda a manter o crime armado e ativo em várias regiões.

Se houver avanço nas apurações, o desdobramento pode atingir não só ladrões e atravessadores, mas também empresas e compradores envolvidos na ponta final.

No cenário da segurança pública do Rio, esse tipo de operação costuma ter efeito maior quando alcança a logística e o financiamento do grupo.

É justamente esse o foco agora: não apenas prender executores, mas desmontar a engrenagem que transforma carro roubado em lucro rápido para o crime.

Quem quiser acompanhar outras coberturas da cidade e serviços do dia a dia pode visitar a página inicial do Mendanha Notícias para ficar ligado nas próximas atualizações.

Dúvidas Sobre a Operação Torniquete no Rio e o esquema de desmanche

A Operação Torniquete no Rio voltou ao centro do noticiário por causa do avanço sobre quadrilhas que lucram com carros roubados. As perguntas abaixo ajudam a entender o que mudou agora e por que isso pesa no cotidiano da população.

O que é a Operação Torniquete no Rio?

É uma força de segurança voltada ao combate de roubos, furtos e receptação de cargas e veículos no estado. O alvo é atingir tanto os executores quanto a estrutura financeira que sustenta esses crimes.

Como funciona um esquema de desmanche de veículos?

Funciona com divisão de tarefas. Um grupo rouba, outro desmonta, outro transporta e outro revende as peças. Isso acelera o lucro ilegal e dificulta a recuperação do carro inteiro.

Por que essa operação importa para quem trabalha e depende do carro?

Porque o roubo de veículos afeta o bolso e a rotina. Ele pode encarecer seguro, aumentar o medo nos deslocamentos e ainda abastecer um mercado clandestino de peças sem origem regular.

Aviso Editorial

Este conteúdo foi estruturado com o auxílio de Inteligência Artificial e submetido a rigorosa curadoria, checagem de fatos e revisão final pelo editor-chefe Alexandre Laurentino. O Mendanha Notícias reafirma seu compromisso com a ética jornalística, garantindo que o julgamento editorial e a validação das informações são de inteira responsabilidade humana, do editor.

Sobre o Autor: Alexandre Laurentino de Almeida é o fundador e editor-chefe do Mendanha Notícias. Com uma sólida atuação como empresário no segmento de mídias digitais desde fevereiro de 2023, Alexandre construiu a sua carreira com um foco estratégico no jornalismo hiperlocal.

Editor: Alexandre Laurentino

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