Operação da PF no Rio mira esquema de R$ 60 milhões

Policiais da PF em operação no Rio de Janeiro contra esquema milionário
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Publicado por Alexandre Laurentino em 17 de setembro de 2026 às 14:00. Atualizado em 17 de setembro de 2026 às 14:00.

PF faz operação no Rio e em Maricá contra esquema de eletrônicos que teria movimentado R$ 60 milhões

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 17 de setembro de 2026, a Operação Conexão Paralela no Rio de Janeiro e em Maricá.

Segundo as informações divulgadas até a última atualização, a ação mira um grupo suspeito de trazer eletrônicos de forma ilegal para o país e revender os produtos sem recolher impostos.

O caso entra no noticiário policial fluminense por envolver a Região Metropolitana, bairros da Zona Oeste e a suspeita de participação de um policial militar.

Ação policial no Rio investiga fraudes que somam R$ 60 milhões
Mendanha Notícias© – Imagem Gerada por Inteligência Artificial

Como a operação foi realizada nesta quinta-feira

De acordo com a Polícia Federal, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em endereços do Rio e de Maricá.

Na capital, as diligências ocorreram em Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Copacabana, Bangu e Guaratiba, áreas que chamam atenção de moradores pela circulação diária de trabalhadores e comerciantes.

Conforme publicado pela PF faz operação contra importação ilegal de eletrônicos no Rio, agentes apreenderam celulares e peças em um escritório na Barra da Tijuca.

Também houve diligências na residência do principal alvo, localizada no Recreio dos Bandeirantes, segundo a mesma apuração divulgada nesta manhã.

  • Seis mandados de busca e apreensão
  • Ações no Rio de Janeiro e em Maricá
  • Alvos na Barra, Recreio, Copacabana, Bangu e Guaratiba
  • Apreensão de celulares e peças

O que a investigação aponta até agora

As apurações indicam que o grupo teria atuado na entrada clandestina de aparelhos, principalmente smartphones, sem o pagamento dos tributos de importação.

Segundo a investigação, o principal operador do esquema seria um policial militar, informação que ainda deverá ser aprofundada no decorrer do inquérito.

O material publicado pelo UOL informa que a movimentação de casos policiais no estado segue intensa nesta quinta-feira, enquanto outra frente federal trata do avanço sobre crimes com impacto econômico.

No caso da Operação Conexão Paralela, a estimativa é de que dezenas de milhares de dispositivos tenham entrado no Brasil nos últimos cinco anos.

A movimentação financeira atribuída ao grupo é de cerca de R$ 60 milhões, conforme a linha principal da investigação federal divulgada hoje.

Por que a operação interessa a moradores da Zona Oeste e da Baixada

Embora a investigação tenha foco criminal e tributário, o caso chama atenção porque parte dos alvos está em bairros com grande circulação comercial e logística.

Barra, Recreio, Bangu e Guaratiba concentram rotas importantes para deslocamento, entregas, pequenos negócios e serviços usados por moradores da Zona Oeste todos os dias.

Quando uma operação desse porte ocorre nessas regiões, o impacto pode aparecer no trânsito local, na rotina de condomínios, em centros comerciais e até no reforço policial temporário.

Além disso, a suspeita de venda de produtos sem origem regular acende alerta para consumidores que buscam eletrônicos mais baratos em lojas, redes sociais ou revendas informais.

  • Desconfie de preços muito abaixo do mercado
  • Peça nota fiscal e identificação do vendedor
  • Verifique garantia e procedência do aparelho
  • Evite pagamentos sem registro

Quais crimes podem ser investigados no caso

Até o momento, os investigados poderão responder por descaminho e associação criminosa, segundo a Polícia Federal.

Em linguagem simples, descaminho é a entrada ou comercialização de mercadorias com fraude no recolhimento de impostos.

A própria cobertura da CNN Brasil registra que mais de 4 mil armas foram apreendidas no estado entre janeiro e agosto de 2026, mostrando um cenário de forte pressão sobre as forças de segurança.

No caso desta quinta, a PF afirmou que outros delitos podem ser identificados ao longo das apurações, dependendo do material recolhido nas buscas.

  1. Análise dos celulares, peças e documentos apreendidos
  2. Rastreamento de movimentações financeiras
  3. Verificação da origem dos aparelhos
  4. Identificação de outros possíveis envolvidos

O que acontece a partir de agora

Os próximos passos dependem da perícia sobre os itens apreendidos e do cruzamento de dados feito pelos investigadores.

Se a suspeita for confirmada, a apuração pode detalhar como os aparelhos entravam no país, onde eram armazenados e por quais canais eram revendidos.

Para quem mora no Rio e na Baixada, o principal ponto agora é acompanhar atualizações oficiais e redobrar a atenção ao comprar celulares e outros eletrônicos fora de canais regulares.

Até a última atualização, não havia informação pública sobre denúncia formal apresentada à Justiça contra todos os investigados nesta fase.

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Dúvidas sobre a operação da PF contra eletrônicos ilegais no Rio

A operação desta quinta-feira, 17 de setembro de 2026, movimentou bairros da capital e Maricá e levantou dúvidas sobre investigação, compras de eletrônicos e próximos desdobramentos. Abaixo, veja respostas diretas sobre o caso.

O que a PF investiga na Operação Conexão Paralela?

A PF investiga um grupo suspeito de trazer eletrônicos ilegalmente para o Brasil e vender esses produtos sem recolher impostos. Segundo a apuração divulgada hoje, o foco principal está em smartphones e outros aparelhos.

Quais bairros do Rio tiveram ações nesta operação?

As diligências ocorreram na Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Copacabana, Bangu e Guaratiba, além de endereços em Maricá. Ao todo, foram seis mandados de busca e apreensão nesta fase.

Como o morador pode evitar comprar produto irregular?

O caminho mais seguro é exigir nota fiscal, checar a procedência e evitar ofertas muito abaixo do preço normal. Também ajuda guardar comprovantes e preferir vendedores com identificação clara.

Aviso Editorial

Este conteúdo foi estruturado com o auxílio de Inteligência Artificial e submetido a rigorosa curadoria, checagem de fatos e revisão final pelo editor-chefe Alexandre Laurentino. O Mendanha Notícias reafirma seu compromisso com a ética jornalística, garantindo que o julgamento editorial e a validação das informações são de inteira responsabilidade humana, do editor.

Sobre o Autor: Alexandre Laurentino de Almeida é o fundador e editor-chefe do Mendanha Notícias. Com uma sólida atuação como empresário no segmento de mídias digitais desde fevereiro de 2023, Alexandre construiu a sua carreira com um foco estratégico no jornalismo hiperlocal.

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